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Entrevista Ministério Louvor que Liberta 12/12/12


Irmão há quanto tempo você ora, você pede, você chora
E o milagre não aconteceu
Irmão há quanto tempo você busca insistindo,
indo a luta e o milagre não aconteceu,
Irmão quem sabe está se repetindo com você
A mesma história que aconteceu com Daniel,
O anjo vinha trazendo a resposta, os inimigos lhe
impediram
De passar e ele voltou pra o céu, o Senhor mandou o
arcanjo
Batalhar contra toda potestade que impedia o anjo
passar,
O senhor mais um vez vai ordenar a batalha do arcanjo

Pra fazer passar o anjo e te abençoar.

Vai se repetir o que aconteceu há uns três mil anos
atrás
A batalha do arcanjo contra satanás,
a espada flamejante do arcanjo hoje vai cortar, vai
destruir cadeias,
Vai se repetir
A mesma luta, a mesma sena sobrenatural,
Quem sabe no espaço cosmo ou no sideral
e outra vez o mesmo arcanjo a luta vai vencer,
e o anjo vai descer aqui e abençoar você.

Vai acontecer tem acontecer,
o anjo vai descer aqui pra te abençoar
por ordem de Jeová, mesmo que ainda o inferno se
enfureça,
abale e estremeça não impedirá,
Vai acontecer, tem que acontecer,
o anjo vai descer aqui pra te abençoar,
porque pra Jeová, ver um escolhido perder uma luta
é inadimissível é inaceitável,
o milagre meu irmão
Na tua vida hoje é inevitável.



O que era para ser unicamente uma atitude pessoal ganhou o mundo graças a uma turista do Arizona que registrou com a câmera de seu celular e postou no Facebook a imagem de um ser humano agindo com humanidade.

Estranho mundo esse nosso...


O que deveria ser corriqueiro casou espanto e admiração...


Foram mais de 400.000 compartilhamentos.


Tudo começou quando o Larry DePrimo um policial de Nova York de 25 anos fazia sua ronda normal pela 7º Avenida na altura da Rua 44...


DePrimo, observou sentado numa calçada um morador de rua que tremia de frio...


Sem ter com que se cobrir e descalço o homem tentava se aquecer mantendo-se encolhido e silencioso.


Diante da cena, o jovem policial se aproximou olhou, deu meia volta, entrou uma loja e com o dinheiro que carregava em seu bolso, comprou um par de meias térmicas e uma bota de inverno – gastou 75 dólares.


De volta à presença do morador de rua, DePrimo, lhe entregou as meias e as botas.


O homem, segundo DePrimo, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse:


“Eu nunca tive um par de sapatos em toda a minha vida”.


No entanto, o gesto não se conclui na entrega do presente...


Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom?


A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso.


Ao se despedir, DePrimo perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer...


“Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele”.


Aqui deveria ser o fim da cena.


O pano cairia e todos iriam para casa...


Mas não foi.


Jennifer Foster, autora da foto, foi para casa abriu seu computador e postou em sua página a foto e escreveu o seguinte texto, dirigido ao Departamento de Policia de Nova York.


“Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, surgiu por trás de mim um policial de seu departamento.O policial disse: ‘tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar’?”

“Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou e falou, cuide-se”.

“Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez”.


“Se foi sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena, me faltou coragem para me aproximar, lhe estender a mão e dizer obrigado por me fazer crer que a policia que sonho é possível”.


“Bem, digam a ele isso por mim”.


Jennifer Foster.


Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer pipocaram por todo o território americano e por boa parte do mundo.


Larry DePrimo, soube por um colega que lhe telefonou para contar...


Quando voltou ao trabalho e se preparava para sair às ruas foi chamado por seus superiores, ouviu um elogio, recebeu abraços de seus companheiros e quando seu chefe lhe disse que o departamento iria lhe ressarcir o dinheiro gasto de seu próprio bolso, Larry recusou e disse: “Não senhor, obrigado. Com meu dinheiro, faço coisas nas quais acredito”.


Fonte: Elmundo.es/Nueva York e Newsday.

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