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Mateus 25: 1-13
ENTÃO o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas.As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo.Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas.E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram.Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós.E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta.E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: SENHOR, Senhor, abre-nos.E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço.Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.
Uma noiva quando se aproxima do grande dia da vida dela, ela não tem outro assunto a não ser o seu casamento. Na passagem acima Jesus fala de 10 noivas, 5 prudentes e 5 imprudentes, que não se prepararam para a chegada do Noivo. Mas as 5 prudentes que esperavam ansiosamente a chegada do noivo foram abençoadas e entraram na presença, foram desfrutar do prazer de estar junto ao noivo.Porem, nós estamos fazendo como as noivas imprudentes, que não estão preparadas para a volta do Noivo, a volta do Rei. Temos deixado tudo para o ultimo momento. E se continuarmos deixando para se preparar no ultimo instante, ouviremos do Senhor: em verdade vos digo que não vos conheço. Temos que vigiar, nós não sabemos quando o quando será o grande dia do Senhor.
Além da noiva, há também a amante. Hoje vemos uma igreja que não quer viver como a NOIVA de CRISTO, mas como amante, que procura um prazer momentâneo, um prazer por um tempo curto e passageiro. Vivemos sem esperar a volta de Cristo, como foi mencionado por uma irmã, parece que não acreditamos que Cristo irá voltar, que é apenas mais uma historia que ouvimos quando éramos crianças, e que deixamos de lado depois que crescemos. A igreja verdadeira serve a Deus com prazer, pois tem grande felicidade por servi-lo, por estar em Sua presença, porém a amante, que é a igreja que vemos hoje, busca por motivos pessoais, para realizar suas vontades, para ser abençoada, pois tem prazer em ser sempre servido, sempre ter seus pedidos atendidos, e de forma imediata, e quando demora ainda reclama dizendo que Deus não ouve as suas orações.
A primeira igreja nos mostra uma realidade completamente contraria a nossa. Eles viviam como se Cristo fosse voltar no dia seguinte, Paulo até diz, o viver é Cristo e o morrer é lucro.
Filipenses 1:19-26
Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. E, tendo esta confiança, sei que ficarei, e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé, para que a vossa glória cresça por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós.

Ele tinha completa certeza de que o que ele mais queria era estar junto a Cristo, andar lado a lado, ouvir, conversar, ter intimidade com Cristo. Mas não vemos isso hoje nas pessoas, o que vemos são pessoas ocupadas, cansadas e entediadas. Pessoas que não querem saber de ter um momento com o Noivo. Estão sempre ocupados demais, cansados demais. Quando leem ou ouvem: TEMPO PARA DEUS, pensam logo, - mas como vou conseguir tempo pra Deus?. Querem encaixar Deus no seu dia a dia, enquanto na verdade precisamos encaixar o nosso cotidiano em Deus, ter realmente Ele em primeiro lugar. Ouvi uma ministração de um irmão que dizia assim: será que Deus realmente esta em primeiro lugar? Se Ele está, com certeza nós O consultamos antes de fazer qualquer coisa, antes de dar qualquer passo.
Então, quem temos sido, a noiva ou a amante? Reflita sobre isso, pare e pense como você vê a maior historia da humanidade, será que você tem completa certeza que Cristo irá voltar? Ou não passa de mais um conto de fadas? Você vai querer só mais um momento de prazer, um momento de conforto ou a vida eterna ao lado de Cristo?
Que Deus possa abrir os nossos olhos, para que possamos contemplar as Suas maravilhas, que possamos ter prazer em servi-lo, em adora-lo.
Ezequiel cap. 22.30: "Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei".

Deus havia escolhido um povo que levasse o seu nome entre as nações, um povo sobre qual Ele seria Senhor, a quem ele os sustentaria e os levaria ao lugar que Ele havia determinado. Quando lemos o cap.22 ou todo o livro vemos que povo de Deus estava se corrompendo, prestando adorações a deuses estranhos, praticando violência e assassinatos. Este era um dia triste na história de Israel , quando Deus manda Ezequiel profetizar contra os pecados de Jerusalém, declarando que não haveria outro meio se não castigá-los. Por isso, eu derramei sobre eles a minha indignação, com o fogo do meu furor os consumi; fiz cair-lhes sobre a cabeça o castigo do seu procedimento, diz o SENHOR Deus.(Ez 22.31). Deus buscou entre eles um homem que se colocasse perante ele a favor desta terra, mas a ninguém achou. Os príncipes, sacerdotes, profetas e todo seu povo havia se pervertido, rebelando-se contra Deus. Não havia quem chegasse diante de Deus em favor daquele povo. O pecado de Israel havia feito uma ruptura em seus muros. Não havia quem ligasse a misericórdia de Deus com aquele povo. O seu povo o havia abandonado.
Em nossos dias quando olhamos para esta palavra podemos ver muitos homens e mulheres de Deus que saíram da posição com Deus, pessoas que não tem levado sua vida de conformidade com a Sua Palavra. Deus estava procurando uma homem que colocasse na brecha, que ligasse a misericórdia de Deus com a necessidade humana, e  Deus no nosso tempo também esta a procura de homens e mulheres que se coloquem na brecha, que levem uma vida de santidade , repudiando o pecado. E será que nós temos sido assim? Será que estamos disposto a nos colocarmos na posição perante Deus?
Quantos não querem deixar o desejo carnal para servir a Deus, quantos deixaram a oração, o estudo da Palavra de Deus para ficarem na frente de uma TV, fazendo coisas que não irão lhes trazer edificação alguma. Como não deveria ser triste para Deus também vendo o povo que Ele havia escolhido deixando-o de lado e prestando honras a outros deuses, praticando perversidades, levando uma vida de infidelidade diante dEle. Deus desejava que seu povo fosse prospero naquilo que eles fizessem, mas o povo estava mais preocupado com os prazeres da carne do que fazer a vontade de Deus. Cada um de nós é responsável diante de Deus por aquilo que fazemos, quando um cristão deixar de orar, de se consagrar a Deus a carne não tem dificuldade alguma para voltar a praticar seus velhos hábitos, suas velhas praticas que desagradam a Deus,nos tornamos desinteressados, infrutíferos e insatisfeitos quando deixamos as coisas de Deus para fazermos a nossa própria.  Na nossa carne não habita bem algum, um cristão jamais poderá servir a Deus na carne. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.( Rm 8.8). Há uma luta constante entre a carne e o Espírito (Gl 5.17). Precisamos orar mais, nos consagrar mais, precisamos buscar a excelência todos os dias da nossa vida, andando no Espírito, vivendo no Espírito. Não podemos deixar que nada tome o lugar de Deus em nossos corações, quantas vezes não pronunciamos Jesus é o Senhor da minha vida, Jesus é o centro da minha vida, mas quando Deus nos pede para abandonarmos algo há um pesar no coração , muita das vezes não deixamos e aí que realmente vemos se nosso coração está totalmente em Deus. Há uma necessidade de renúncia para servir a Deus. Jesus disse: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Hoje muitos cristão querem levar uma vida de comodidade na presença de Deus simplesmente querem receber suas bênçãos ,mas não querem compromisso, ou seja querem um Deus que os sirva, mas não querem servir a Ele.
Deus requer de nós santificação, Ele mostra a sua santidade na Palavra em Ezequiel que diz: Vindicarei a santidade do meu grande nome, que foi profanado entre as nações, o qual profanastes no meio delas; as nações saberão que eu sou o SENHOR, diz o SENHOR Deus, quando eu vindicar a minha santidade perante elas(Ez. 36.23)Somos um povo separado para servir a Deus e é necessário que andemos na presença dele com retidão.
O povo estava dizendo que o caminho de Deus não era reto, mas o próprio caminho deles é que não era reto (Ez 33.17). Ezequiel é chamado a repreender o povo,  a mostrar-lhes o quanto estão errados. No entanto, Deus  traria a restauração sobre seu povo, daria a eles um coração de carne , um espírito novo, de desolados que estavam  ficariam fortificados. (Ez. 36.26/35)
Quando dispomos o nosso coração a ouvir a voz de Deus, quando buscamos um concerto da nossa vida perante dele a restauração , a cura, a libertação vem sobre nós, porque dEle que emanam toda fonte de bênçãos, de vida e de graça.
Precisamos ser como Ezequiel na nossa geração, nos posicionarmos na brecha em favor da nossa família, da nossa igreja e da nossa nação.
Deus esta a procura de uma Igreja, de um povo que se comprometa com a verdade, que ande em santidade, que renuncie o pecado por amor a Ele, que busque como lhe agradar, um povo que faça a diferença no seu tempo.
Precisamos melhorar a cada dia, olhe pra você e diga:O que Deus espera de mim hoje?
Que Deus lhe abençoe!




Honra e Submissão



Por Rosane Manzini
O tema submissão e autoridade tem-se apresentado, ao longo das últimas décadas, às igrejas e aos relacionamentos nos quais se usa a Bíblia como regra de fé e procedimento. Nas relações ministeriais do pastor com suas ovelhas, nas relações pessoais entre discípulos e discipuladores e, principalmente, nas relações familiares entre pais e filhos e maridos e esposas, é impossível ignorar o assunto.
Evidentemente, muitas interpretações têm-se dado a esse preceito da Palavra, podendo uma infinidade de versículos ser alinhada para apoiar essa ou aquela prática, geralmente com a tendência de ir a um extremo ou a outro. Se, do lado da submissão, podemos vê-la como sinal vital de quebrantamento, já, pelo lado da autoridade, sabemos que ela apela fortemente à natureza carnal que deseja poder, influência e dependências doentias.
O alicerce da submissão são a compreensão e a conversão do coração. A submissão, quando vista como nada mais do que obediência, é externa e relacionada a preceitos, ordenanças e leis. Não é difícil sermos submissos na aparência nem irrepreensíveis na conduta externa. Isso, porém, não é suficiente para expressar o que Deus pretende quando nos coloca em relacionamentos nos quais a autoridade precisa ser exercida para o bom andamento de seu propósito eterno em nossa vida, família e igreja.
Qual é, então, a fonte da verdadeira submissão? Um coração convertido em que o amor a Deus transforma-se em amor e confiança naqueles que ele coloca em nosso caminho. Quando o arrependimento chega ao nosso coração, e entendemos que somos menores e dependentes dos irmãos, estamos prontos para aprender a HONRA que pode levar-nos a alguns níveis acima da submissão.
Honra como chave do relacionamento
Meu propósito aqui é tratar de um dos aspectos mais controversos das relações pessoais na igreja: a relação da mulher com o marido.
A compreensão da palavra honra é fundamental para que exista a possibilidade de que os dons e ministérios venham a desenvolver-se e abençoar a igreja.
Quando Jesus passou pela terra de sua família onde fora criado, o fato de aquele povo conhecê-lo e julgá-lo segundo sua história tão comum impediu-o de realizar muitos milagres. A incredulidade deles tornou-se uma barreira para a manifestação do poder de Deus.
E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra senão na sua terra e na sua casa. E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles (Mt 13.57-58).
O que provocou tal fenômeno? Seria Jesus vulnerável à incredulidade de seus conterrâneos? Esse fenômeno é chamado por Paulo e por Jesus de “conhecimento segundo a carne” (Jo 8.15; 2 Co 5.16) e provoca dúvidas que, por sua vez, geram incredulidade.
Honrar significa reconhecer virtude em alguém, ter consideração sem nenhuma dúvida. Essa atitude é libertadora e indica que estamos considerando os outros superiores a nós mesmos, principalmente no que diz respeito a sua posição, função e indispensabilidade no corpo.
Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos, são necessários; e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos, revestimos de especial honra (1 Co 12.22-23).
Pouco compreendemos dessa atitude tão indispensável ao bom funcionamento e à manifestação dos dons. A honra e o reconhecimento fazem com que o Espírito Santo tenha oportunidade de usar vasos aparentemente sem importância alguma. Esse reconhecimento produz desenvolvimento e aperfeiçoamento naqueles que o recebem.
Quando se fala em submissão, pelo menos na mente feminina, logo surge um sentimento de repulsa produzido pelo tratamento de desprezo e desvalor recebido durante tantos séculos. O machismo transformou a mulher num objeto de uso, longe, bem longe da recomendação das Escrituras, do próprio Jesus e do apóstolo Pedro para que a mulher fosse tratada com consideração, como co-herdeira da mesma graça.
A reação sempre vem. Hoje, as mulheres conseguiram livrar-se desse jugo, mas se submeteram a outro, e o desequilíbrio continua. Para mim, a submissão, nesse conceito, está ligada à obediência que se relaciona à Lei. Com Jesus, tudo é diferente. Assim como a Lei diz para não matar, pois está tratando de um comportamento, e Jesus, que lida com a atitude, disse que quem pensar mal no coração já matou, a submissão também não é o ideal. Em várias passagens bíblicas, a recomendação é honra.
E o que é isso? Honrar, segundo o dicionário, significa ter em alta conta; homenagear a virtude, o talento; tratar com dignidade. Quando honramos alguém, demonstramos que o que aquela pessoa é tem grande valor para nós. A honra está ligada ao ser e não ao fazer.
No hebraico, honrar quer dizer aumentar o peso. Pense no “peso” que tinha o marido da mulher descrita em Provérbios 31. Ela, uma mulher ativa, inteligente, administrava muitas coisas, e seu marido era honrado e admirado por toda a cidade.
Como a prática da honra pode mudar um lar
Nos primeiros anos de casamento, tive uma experiência muito interessante. Quando íamos a um casamento ou participávamos de palestras sobre família, sempre se repassava o assunto submissão. Isso era motivo de certa revolta, porque era exigida a submissão por parte das mulheres, mas o ato de “dar a vida” por parte dos maridos nem era mencionado. Apesar disso e da doutrina bem machista do meu marido, eu me considerava uma esposa submissa.
Isso, porém, não o satisfazia. Quando falávamos no assunto, ele não conseguia expressar o que gerava tal insatisfação, e eu, muito menos, entender. Eu argumentava que não entendia, já que eu era obediente, cooperadora; o que mais ele poderia desejar?
Em determinada ocasião, quando meus filhos ainda eram pequenos, passei por algo muito significativo nessa área, não de submissão, mas de honra. Meu filho mais velho começou a teimar com o pai sobre um assunto banal, como se soubesse muito mais do que ele, fazendo afirmações de forma categórica e irredutível. Ver isso em uma criança de mais ou menos 4 anos foi muito assustador para mim.
Essa situação levou-nos a refletir sobre a atitude embutida na conduta de nosso filho; não sei explicar como aconteceu, mas o Espírito Santo mostrou-me que era eu quem estava originando aquele comportamento. Com o passar do tempo de casada, eu havia passado por muitas decepções que estavam impedindo-me de reconhecer que meu marido era a fonte de bênção para nossa família. Descobri que, no meu coração, havia morrido a admiração que me conduziu ao casamento, e que havia certo desprezo pelo meu homem.
Jesus mudou meu coração assim que revelou meu pecado. Depois da minha conversão nessa área, a atitude do meu filho mudou automaticamente. A admiração e o orgulho de ter um pai, “o herói”, passaram a ser muito presentes em nossa casa. Meus filhos mudaram; meu marido mudou! Deus transformou maravilhosamente o pensamento dele, e, hoje, desfrutamos juntos de comunhão, companheirismo e muita alegria em casa. Nossos filhos nos honram, têm sido abençoados por Deus e, mesmo em circunstâncias adversas, sabemos que podemos contar uns com os outros.
Essa experiência levou-me, também, a observar outras mulheres e os efeitos desastrosos que causam em sua família. Mulheres que não aprenderam a ver com os olhos da fé e a confiar no potencial que Deus deu a cada homem de ser o provedor e o protetor, que estão sempre desmerecendo ou desvalorizando o marido, sofrem dificuldades inúmeras, inclusive falta de prosperidade na família. Sem palavras diretas, passam esse conceito para os filhos, que acabam por desonrar o pai; logo, a mãe também recebe, por parte dos filhos, a mesma desonra.
Não é sem razão que a Palavra nos ensina que a mulher sábia edifica sua casa, e a tola com as próprias mãos a derruba (Pv 14.1). Por outro lado, quando os casais mantêm o relacionamento com respeito e temor do Senhor, cada um desempenhando seu papel com as habilidades e os dons que Deus lhes deu para formar essa equipe, a honra se faz presente, o homem é uma “dignidade” no meio em que está colocado, e todos no lar desfrutam de graça e comunhão.
O cônjuge deveria ser a primeira pessoa a receber a honra, pois é o relacionamento familiar mais importante. Ninguém pode avaliar o amor existente pelo cônjuge a não ser observando o lugar de honra que ele ocupa. Se colocarmos outras prioridades à frente dele, estaremos dando maior honra a essa coisa ou àquela pessoa, pois estaremos atribuindo-lhe maior valor. A honra é o reflexo de um coração que considera o outro um presente de Deus, um verdadeiro tesouro.
O fato de honrar não significa que os erros da pessoa devam ser ignorados, mas a honra não permite que barreiras sejam levantadas no relacionamento. A honra devida aos maridos não é por causa do que fazem ou não, mas por causa daquilo que Deus diz a respeito de quem eles são. O pai é a porta de entrada para o fluir de Deus no lar. A esposa que honra seu marido terá filhos obedientes que honram os pais e, por isso, receberão a promessa de prosperidade apontada no quinto mandamento.
Essa atitude de desejar servir o outro, oferecer o melhor com alegria é fruto de conversão, de abandono de antigos conceitos e de um profundo mergulho no relacionamento com Jesus para que o Espírito Santo produza um coração apaixonado e admirador.


A Comunhão Nossa de Cada Dia – a reforma da unidade da igreja

Por: Equipe da Comunicação Data: 18/08/2010

de Pedro Arruda. Descubra juntamente com o autor a “pérola de maior valor”. Seu conceito e prática de comunhão vão mudar bastante depois da leitura.
Seguramente, comunhão é uma palavra que, embora esteja distanciada da realidade de seu significado bíblico original, faz parte do vocabulário religioso da cristandade. E como pode a comunhão, e todas as suas implicações, sobreviver num tempo de extremo individualismo e competição, em que reinam a desconfiança e a frouxidão nos relacionamentos, os vínculos familiares se desintegram e os valores milenares e sagrados acabam pulverizados? O que sobra, então, neste cenário para a comunhão?
Este livro nos oferece muitas razões para pensar que sua permanência, não importa se como ritual ou liturgia, é o indício de algo muito mais profundo. A comunhão, mesmo que estranha à que se verificava na comunidade cristã primitiva, ainda é uma realidade presente na igreja: a eucaristia continua sendo o grande motivo da missa católica e a santa ceia permanece como a maior atração do culto protestante e evangélico. Em nenhum outro acontecimento o tema do paraíso perdido é tão atualizado e, inconscientemente, desejado.
Séculos de institucionalismo, domesticação da fé e liturgização da vida soterraram a realidade mais preciosa do corpo de Cristo, mas não conseguiram erradicá-la totalmente: a comunhão sobrevive como uma nostalgia de algo quase desconhecido. Redescobri-la é tocar a eternidade, mas não é só isso: retornar à comunhão é receber a vida e o amor em suas expressões plenas, pois tudo o que existe e foi criado traz este selo original. É experimentar satisfação sem igual, tal como nenhuma outra experiência nesta Terra pode proporcionar. É encontrar o propósito para o que se vive. É fazer cessarem as perguntas e as inquietações, não porque elas deixaram de existir, mas porque perderam sua urgência.
A comunhão nossa de cada dia não é uma investigação teológica sobre fundamento tão importante nem trabalho de gabinete distanciado de uma prática, embora traga ensinamento profundo e, acima de tudo, bíblico. Ensinamento, sim, porém não sem a autenticação da experiência vivida coletivamente.
A comunhão é “nossa” porque o autor nunca se imaginou destacado de sua comunidade de amigos. E o fato de ser “nossa” não torna a experiência excludente nem patrimônio de um clube fechado. É a de “cada dia” porque vem sendo gradativamente construída: seja quando alguns amigos andam juntos pelo caminho, seja quando se sentam ao redor de uma mesa, seja num momento de compartilhamento de experiências, seja numa roda de confissão, seja em atitudes de exortações e encorajamentos, seja quando alguém lava os pés ao sobrecarregado, seja quando entrega os próprios pés para receberem os devidos cuidados…
Pedro Arruda tornou-se menino novamente quando começou a enxergar e a viver as coisas que compartilha neste livro. Eu mesmo ouvi cada um desses ensinamentos quando eles começavam a se transformar em convicção no autor. Estive muitas horas, juntamente com outros, ora aos seus pés, ora ombro a ombro com ele, tendo o privilégio de estar entre os primeiros a quem Pedro submeteu as revelações que lhe chegavam. Sou testemunha de que este livro foi, de fato, experimentado em muitas horas de preciosa comunhão.
E há algo que contribui para tornar as experiências do autor bastante singulares: ele não está a serviço de comunicar uma visão de comunhão circunscrita a este ou àquele segmento cristão. Ele não representa uma ou outra vertente. Seu lugar no corpo de Cristo é bastante eloquente e profético da unidade pela qual Jesus intercedeu.
A comunhão nossa de cada dia não é um manual nem um roteiro de como se deve praticar a comunhão, mas um diário, verdadeiro como os diários devem ser: o registro das reflexões de um homem abrasado pela paixão de ver o sonho de Deus tocando o chão da história.
Eu tenho certeza: você será impactado se ler este livro com devoção. As revelações sobre a comunhão do corpo de Cristo poderão lhe trazer duplo benefício: iniciá-lo num processo que irá desconstruir algumas coisas em sua vida, ao mesmo tempo em que o levará para mais perto da vontade de Deus.
Por Pedro Arruda


Te Ofereço o Meu Lar
Ministério Ipiranga

O Rei da glória
Passou neste lugar
Posso ouvir a voz
Da multidão
Clamando por socorro
Clamando por perdão
Filho de Davi
Tem compaixão de mim
E eu me levantei ao teu encontro
Levantei a minha voz como um clamor
Jesus meu desejo hoje
É de estar contigo
Ser o teu melhor amigo
Se procuras um lugar pra estar
Eu te ofereço o meu lar
Vem cear, comigo
Obede edon teve a arca do senhor
Em seu lar, e foi abundantemente abençoado
O que não poderá acontecer
Quando eu clamar
O senhor em meu lar


Pronto Agora

Você veio como prometeu que viria
Eu quero me render por bem
Eu sei que eu preciso de Você
E eu não quero continuar vivendo minha vida sozinho

Então tome meu coração
e faça-o novo
faça-o verdadeiro
E faça-o como o Seu
Tome minhas mãos
E eleve-as
Sãos suas não minhas
Faça o que quiser
Faça o que quiser
Faça o que quiser

Eu me sinto como um homem cego na sua visão
Eu sei que sou fraco aos seus olhos
Então me lave e me faça brilhante como o sol
Eu quero contar a todos
que Você é o Único

Então tome meu coração
e faça-o novo
faça-o verdadeiro
E faça-o como o Seu
Tome minhas mãos
E eleve-as
Sãos suas não minhas
Faça o que quiser
Faça o que quiser
Faça o que quiser

Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Faça o que quiser
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Faça o que quiser
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora

Então tome meu coração
e faça-o novo
faça-o verdadeiro
E faça-o como o Seu
Tome minhas mãos
E eleve-as
Sãos suas não minhas
Faça o que quiser
Faça o que quiser
Faça o que quiser

Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Faça o que quiser
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Faça o que quiser
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Faça o que quiser
Estou pronto agora
Estou pronto agora
Estou pronto agora

Eu Ainda Acredito

Palavras soltas e pensamentos vazios
Parecem derramar do meu coração
Eu nunca me senti tão quebrantado assim
Parece que eu não sei por onde começar

Mas é agora que eu sinto a Sua graça derramada como a chuva
Me limpando de tudo e afastando minha dor

Porque eu ainda acredito na Sua fidelidade
Porque eu ainda acredito na Sua verdade
Porque eu ainda acredito na Sua Santa Palavra
Mesmo quando eu não vejo, eu ainda acredito

Questões que pareciam um nevoeiro em minha mente
Com promessas que eu pareço ainda carregar
Mesmo quando as respostas aparecem lentamente
É o meu coração que eu vejo o Senhor preparar

Mas é agora que eu sinto a Sua graça derramada como a chuva
Me limpando de tudo e afastando minha dor

Porque eu ainda acredito na Sua fidelidade
Porque eu ainda acredito na Sua verdade
Porque eu ainda acredito na Sua Santa Palavra
Mesmo quando eu não vejo, eu ainda acredito

O único lugar onde posso ir é em Seus braços
Onde lanço minhas orações debilitadas a Ti
E quebrantado eu posso ver que esta é Sua vontade para mim
Para eu saber que seu socorro está perto

Porque eu ainda acredito na Sua fidelidade
Porque eu ainda acredito na Sua verdade
Porque eu ainda acredito na Sua Santa Palavra
Mesmo quando eu não vejo, eu ainda acredito

Porque eu ainda acredito (Eu ainda acredito)
Eu ainda acredito (Eu ainda acredito)
Eu ainda acredito (Eu ainda acredito)
Eu ainda acredito (Eu ainda acredito)
Eu ainda acredito

Porque eu ainda acredito (Eu ainda acredito)
Porque eu ainda acredito (Eu ainda acredito)
Porque eu ainda acredito...
Porque eu ainda acredito...

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