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A ansiedade é uma angústia, um mal que nos destrói pouco a pouco.

"Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do senhor se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá.” (1Sm. 16.13) .

A ansiedade é uma angústia, uma incerteza aflitiva, um mal que nos destrói pouco a pouco, dia após dia. Vemos no livro de primeiro Samuel o episódio da unção do jovem Davi a rei de Israel.

Davi não alcançou o reinado de sua nação logo após sua unção, houve um tempo de espera,


tempo este que não foi pequeno, muitos anos se passaram, muitas situações aconteceram na vida daquele jovem, até que ele chegasse ao lugar para o qual Deus o havia ungido.

Deus, em sua eterna sabedoria e grandeza, projetou um propósito definido para cada um de nós. Não nascemos sem que já de antemão Deus tivesse em sua mente infinita um caminho perfeito para nós.

Os anos passam, nossa vida se desenvolve e nós conhecemos ao Senhor. Muitos em sua adolescência, como Davi, são ungidos para serem ministros de Deus. Recebem palavras proféticas e naquela direção sua vida começa a seguir. Começam a liderar trabalhos na casa do Senhor com os adolescentes, jovens, ministérios de música etc... Muitos quando terminam os seus estudos no ensino médio, rapidamente se matriculam nas escolas teológicas e acham estar fazendo tudo certinho, que será apenas uma questão de cronômetro humano a conclusão do curso, que o levará ao lugar que Deus preparou para cada um.

Mas nos enganamos, o tempo de Deus para nossa vida não é medido pela mente humana ou pelas circunstâncias preparatórias para o ministério. Todo preparo e estudo são válidos, mas não são eles que vão determinar o cumprimento do plano de Deus em nossa vida.

Como vimos no texto de primeiro Samuel, Davi foi ungido na casa de seu pai Jessé. Após sua unção, situações começaram a acontecer, mas Davi guardou em seu coração a palavra de Deus que lhe fora dada através do profeta. Teve uma postura de esperança guardada em paz, e foi esta esperança em paz que o capacitou a esperar todos aqueles anos para que chegasse ao reinado de Israel.

Quantas vezes nós recebemos palavras claras de Deus, e após isso começamos a mexer “nossos pauzinhos” para que a profecia se cumpra em nossa vida.

Amados, o tempo da espera é um tempo maravilhoso. É tempo de deixarmos Deus agir endireitando nossa vereda. Não devemos estar ansiosos, procurarmos lugares ou situações nas quais possamos dar uma “forcinha” para Deus. Ele não precisa da nossa mão para estabelecer em nossa vida aquilo que ele preparou para nós em sua eternidade. Deus precisa apenas do nosso coração contrito em sua presença, esperando em fé.

O que Deus prometeu para sua vida isso ele cumprirá.
“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” (F. 1.6).

Não desprezemos o tempo da espera. Se hoje você está apenas sentado no banco de sua igreja... esperando, não desanime. Analise todas as situações de sua vida, pois em cada uma delas Deus o está ensinando para algo que vai chegar em suas mãos, e nunca mais será tirado. Pois ele não quer dar a você uma circunstância, mas sim um ministério que não depende de lugar ou momento. Lembre-se: o sonho, antes de ser seu, é dele. Sábio você será se discernir o tempo e o modo de tudo acontecer.Deus nos abençoe nesse maravilhoso tempo de espera.
Um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o porquê de todas as coisas.
O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.


Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito.
Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus.
Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!!
Sabe por que você recebeu essa mensagem? Eu não sei, mas Deus sabe, pois Ele nunca erra.......
O caminho de Deus é perfeito e a sua palavra sem impureza. Ele é o caminho de todos que nele confiam, como diz em 2º Samuel - 22 - 31.
Com certeza essa mensagem chegou em boa hora até você.
Deus esta colocando em seu coração o desejo de enviar essa mensagem para alguém .
faça isso não se envergonhe
você irá mandar para pessoa certa
Deus sabe disso muito bem ,
sabe por que ?
Deus nunca erra!

“Também disse Deus: FAÇAMOS o homem à NOSSA imagem e a NOSSA semelhança... Gn 1:26a”

Vemos que desde Genesis, Deus já nos alerta o perigo de andar sozinhos, pois o próprio Deus na criação do homem, agiu não sozinho, mas sim com auxilio de seu Filho e do Espírito Santo. Ao dizer Façamos, Deus quer nos dizer:
“Até EU, meus filhos, andei acompanhado, pois Sei dos perigos de se andar só”

Não somente nesse versículo nós encontraremos coisas desse tipo, mas no decorrer de toda a bíblia, podemos nos deparar com:
Eu e o Pai somos um. Jo 10:30


Nesse trecho de João, Jesus afirma que Ele e o Pai são um, com isso podemos dizer que todas as obras que Jesus fez, não poderiam ter sido feitas se Ele não estive em comunhão com o Pai. Era “necessante(palavra que uso pra dizer Necessário e Importante) que Jesus estivesse ligado ao Pai.
Primeiro necessário, para mostrar a nós homens que precisamos estar juntos, para alcançar resultados melhores, não só resultados, mas até mesmo nas nossas fraquezas necessitamos de estar juntos, para poder desabafar com alguém, para chorar com alguém, e ser consolado.
Importante para que os milagres que Jesus faria fossem feitos. Ele por Si só não teria realizado nenhum dos milagres contados na bíblia e outros que não são contados, senão por meio do Espírito Santo, em comunhão com o Pai.
Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles. Mt 18:20
Entendemos esse “dois ou três” como uma forma de dizer “se meu irmão orar por mim eu vou conseguir, eu vou ganhar”. Mas não é isso, esse dois ou três refere-se a ter uma comunhão com irmãos, dois ou três que se unem, que compartilham suas vidas um com o outro, que pode entender o que o outro sente apenas de vê-lo. Esse é um verdadeiro dois ou três, que se conhecem, se ajudam, oram juntos, vencem juntos, choram juntos e riem juntos também.

Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando sonsigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantado-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres. Mt 26:36 - 39
Nestes versículos, vemos o que foi dito acima, quando falamos de Mt 18:20.
Jesus levou consigo três pessoas de confiança, que pudessem orar com ele, e entristecessem com Ele.
Jesus precisava de pessoas que intercedessem por Ele, que pudessem estar juntos, usando o verdadeiro dois ou três, pessoas de confiança que Ele podia mostrar-se triste e angustiado.


E Barnabé e Saulo, havendo terminado aquele serviço, voltaram de Jerusalém, levando também consigo a João, que tinha por sobrenome Marcos. At 12:25
Mais uma vez, vemos a unidade, no decorrer do livro de Atos, vemos que as obras dos apóstolos foram feitas em dois, três ou mais, que unidos seguiram realizando milagres, apoiando, orando, intercedendo, exortando e seguindo pela fé.

Irmãos, essa era a mensagem que eu tinha a passar. Espero que possam ser abençoados por esse texto, simples, porém de muito valor espiritual. Eu ouvi essa mensagem em uma ministração feita pelo irmão Helio Jr. E não consegui tira-la da cabeça, e desde o dia em que a ouvi tenho tentado vive-la, o que causou uma mudança em minha vida. E oro pra que alcancemos uma vida em unidade, uma vida como IGREJA.
Paz e Graça.


  

Uma relação pessoal de amizade com Deus não cabe num molde a ser reproduzido, e cada indivíduo precisa encontrar o próprio ritmo, intensidade e modelo. O que oferecemos a seguir, portanto, não é uma fórmula ou receita universal, mas uma série de sugestões e indicações sobre os aspectos práticos do tempo devocional do cristão.

 Abandono e silêncio interior

 Quem entra na intimidade com o Senhor começa a perceber que várias interferências – agora não externas,mas internas – passam a surgir. Embora já tenha conseguido “entrar e fechar a porta” fisicamente, falta o mais difícil: entrar no “aposento” interior e fechar as portas para a turbulência dos pensamentos, das lembranças, distrações e inquietudes.

 Por isso, é necessário que se dedique um tempo para esse abandono e entrega. É preciso que se apaguem as chamas, silenciem-se as guerras, curem-se as feridas, perdoem-se as ofensas das pessoas, peça-se perdão, aceite-se a si mesmo e aos outros, assumam-se histórias. É preciso abandonar-se nas mãos do Pai e aceitar toda a sua realidade para que se rompam as águas agitadas e turbulentas da superfície e se alcancem águas mais profundas e calmas.

 Muitas práticas podem ajudar-nos: colocar uma música ou mesmo cantar alguma. Ler um salmo, ler em voz alta poesias ou crônicas que falam sobre abandono e entrega, fazer orações espontâneas, procurar uma posição confortável, relaxar a musculatura, controlar a respiração, ou seja, tudo o que nos leve a acalmar o interior. Nesse caminhar, muitas vezes precisamos de muletas para ajudar-nos a vencer as dificuldades, e devemos lançar mão delas enquanto estivermos inseguros. À medida que crescermos na intimidade com Deus, perceberemos que não precisamos mais delas e já andamos, e até corremos, sem impedimentos.

 Leitura espiritual ou leitura orante

 Há um testemunho unânime de cristãos de todos os tempos de que a oração pessoal deve ser sustentada pela leitura freqüente das Escrituras. Faz parte de uma prática utilizada pelos pais da Igreja que foi denominada de Lectio Divina, uma subida ao encontro do Pai cujos primeiros degraus são a leitura (lectio), a meditação (meditatio) e a oração (oratio).

 A meditação enriquece a alma e é preciosa em preparar a mente para a revelação do Espírito. Como as faculdades humanas podem sofrer interferências e distrações, a leitura torna-se imprescindível para muitos de nós. A própria Teresa de Ávila, conhecida pela vida contemplativa e seus muitos ensinamentos sobre ela, dizia: “Durante 14 anos, não consegui meditar a não ser por meio da leitura”. 

 Não se trata da leitura sistemática ou do estudo bíblico visando ao conhecimento. Deve ser uma leitura que nos tome e conduza-nos afetivamente para os braços do Pai. Inácio de Loyola nos propõe, em seus exercícios espirituais, que, lendo e meditando, usemos a imaginação para colocar-nos na cena. Sinta-se sentado no barco quando Jesus aplaca os ventos. Presencie a multiplicação dos pães e sente-se em algum dos grupos para comer o pedaço oferecido. Assim, lentamente, vá lendo, meditando, lendo, orando, e, quando sentir a visitação do Senhor, pare. Ele pode ter uma revelação, uma inspiração, um convencimento. Talvez, direcione-o ao louvor, à intercessão ou a uma contemplação e adoração silenciosas. Simplesmente, deixe-se levar. É como iniciar uma navegação em um barco com a força de braços e remos, mas, quando o vento bater, parar de remar e deixar o barco ser levado para onde o vento soprar.

 Mas atenção! Muitos, com dificuldade para orar e meditar, poderão ocupar todo o “tempo de oração” com leitura e não terão, obviamente, feito um “tempo de oração”. Podem usar a leitura para “escapar”. Por isso, devemos dividir o tempo entre oração e leitura, um dia lendo mais, outro menos, mas atentando a isso.

 Leitura sistemática

 Ler é um hábito – um hábito que o brasileiro não cultiva. Lemos pouco em geral. Preferimos assistir a um filme a ler um livro; assistir ao noticiário a ler o jornal. A leitura toma tempo e nos faz pensar, e disso a maioria de nós não gosta. Esse mau hábito estende-se para a vida cristã: pergunte a um cristão convertido há dez anos quantas vezes ele leu a Bíblia toda, e a resposta será constrangedora. E quantos livros edificantes de testemunhos, biografias, ensino doutrinário e vida cristã ele leu? A maioria dos cristãos conhece a Bíblia de “orelhada”, de pregações aqui e ali, de leitura de pequenos e preferidos trechos das Escrituras.

 Separar um pequeno tempo diário para a leitura das Escrituras e livros afins, por menor que seja, é fundamental para o entendimento sobre os propósitos de Deus, sua história, sua vontade. Aproveitar tantos autores com conteúdos riquíssimos e que se dedicaram a estudar e escrever para nossa edificação é alimento para a fé. Muitos cristãos não sabem responder à razão da sua fé por não conhecer a Palavra de Deus. A leitura sistemática nos ajuda também no momento da leitura orante, pois teremos conhecimento prévio do contexto em que aquele trecho está contido. Isso só pode enriquecer nossa intimidade com Deus. Trata-se de uma leitura visando ao conhecimento, e, por isso, devemos programá-la e cumprir o planejamento com disciplina.

 Estudo bíblico

 O estudo difere da leitura, pois ocupa mais tempo e não precisa ser diário, mas é bom que tenha uma periodicidade. Pode e deve ser amparado por dicionários, manuais, apostilas, livros, ou seja, instrumentos didáticos que auxiliem na compreensão do que se pretende estudar. Podem-se estudar um livro da Bíblia, um tema bíblico, personagens bíblicos etc. Enquanto, na leitura sistemática, nós entendemos o todo, o estudo leva-nos a nos aprofundar nas partes. Enquanto a leitura orante nos faz saborear a Palavra, o estudo nos faz entendê-la.

 E, ao final, toda essa prática e proximidade com a Palavra nos levará a adquirir os conceitos de Deus e ter a mente transformada pelo pensamento de Deus (Rm 12.2). 

 Conclusão

 Então, o que diremos? Precisamos de tempo de oração a sós com Deus, tempo para ler a Bíblia e outros livros, tempo para estudar. Como faremos tudo isso? Como já foi citado, o ritmo, a intensidade e o tempo cada um deverá estabelecer dentro da própria realidade, mas cabe a cada um também responder se o que pretende é crescimento espiritual ou permanecer naquele estado de estagnação e insatisfação do cristão que não tem vida devocional. Mais uma vez, cabe a cada um responder.

 
por Rosane Faria. Matéria da Revista Impacto




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Pastor André Schalitt (Brasília – DF)
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Dois holandeses separados por três séculos: Rembrandt – grande pintor barroco do século XVII – e Henri J. M. Nouwen – teólogo, escritor do séc. XX. O encontro desses dois homens acontece de maneira curiosa e interessante, e como resultado produz um livro pequeno – pouco mais de 150 páginas na sua versão em português – e impactante. É lindo, brilhante, profundo, pleno de experiências vividas pelo próprio autor, além de apresentar um dos mais categorizados comentários sobre a bela parábola de Lucas 15.
Henri J. M. Nouwen conta que no outono de 1983, numa cidadezinha francesa chamada Trosly, em visita ao escritório de uma amiga, ele viu um pôster reproduzindo o quadro “A volta do Filho Pródigo”, de Rembrandt, que “retratava um homem envolto num amplo manto vermelho tocando afetuosamente o ombro de um jovem andrajoso, ajoelhado diante dele”. Nouwen diz que não conseguia deixar de olhar para aquele pôster, atraído pela mensagem que aquela obra de arte lhe transmitia. Verificando o seu interesse pela obra, a sua amiga lhe perguntou se ele gostava. Respondeu que “é bonito, mais do que isso... dá-me vontade de chorar e rir ao mesmo tempo... não sei dizer o que sinto quando o contemplo, mas me toca profundamente”. Sua amiga lhe disse que era relativamente fácil adquirir uma reprodução como aquela em Paris, sugestão que ele aceitou. Tendo comprado o seu próprio pôster, passou a admirá-lo no seu próprio ambiente de trabalho.
Muita coisa aconteceu na vida de Henri antes e depois de ter admirado e adquirido o pôster do quadro de Rembrandt. Houve acontecimentos muito importantes na sua vida, culminando com a sua decisão de largar as cátedras que ocupava nas universidades americanas (Harvard, Yale e Notre Dame) e dedicar-se ao cuidado de pessoas deficientes e incapazes numa instituição chamada O Amanhecer (Daybreak), em Toronto, Canadá (essa é uma das noventa comunidades A Arca – instituição fundada pelo canadense Jean Vanier, e onde Nouwen passou os últimos anos da sua vida até 1996).
Antes de ir para Toronto, entretanto,

Henri aceitou o convite de um casal de amigos para fazer uma viagem até a Rússia, e a sua primeira reação foi sonhar com a chance de poder contemplar o original do quadro de Rembrandt, conservado no Museu Hermitage em São Petersburgo desde que foi adquirido em 1766 por Catarina, a Grande. E então Henri Nouwen teve o privilégio de visitar o museu, e não só admirar o grande quadro do seu conterrâneo, mas deliciar-se durante mais de quatro horas com a observação da pintura original. Isso aconteceu porque o diretor do museu lhe proporcionou uma visita particular ao quadro, sem o atropelo dos demais turistas e visitantes.
Nouwen já tinha estudado a respeito de Rembrandt e do seu quadro favorito. Mas contemplar a obra original e sentir as diversas mensagens que os detalhes do quadro transmitem foi uma experiência única.
O resultado disso tudo é o livro “A Volta do Filho Pródigo”, que Henri Nouwen completou quatro anos após ter visitado o Hermitage.
O livro é de uma leitura realmente emocionante. O leitor acompanha o raciocínio do autor ao examinar e se deixar envolver pela obra de Rembrandt. Não sem razão, a edição brasileira traz na capa a reprodução do quadro “A Volta do Filho Pródigo”, porque o leitor é levado a parar a leitura do livro e voltar a contemplar os detalhes de que fala o autor, e sentir também o toque da mensagem da parábola.
Pelo que eu escrevi até agora, podem os leitores de IMPACTO concluir que o importante é a obra de Rembrandt ou o livro de Henri Nouwen, pensando que negligenciei a própria parábola de que fala o livro. Não, meus amigos, tanto o quadro do pintor holandês quanto o livro do autor holandês são sobre a grande e maravilhosa terceira parábola do capítulo 15 de Lucas. Já ouvi alguém dizer que o capítulo 15 de Lucas conta a história dos “perdidos” – uma ovelha perdida, uma moeda perdida e um filho perdido.
Na verdade a parábola do filho pródigo não é a história de um filho perdido, é a história de dois filhos perdidos. Um perdido, no que nós chamamos no jargão evangélico de “mundão”, e o outro também perdido, só que dentro de casa, dentro da igreja.
Penetrando profundamente na parábola, Nouwen se coloca, ele mesmo, primeiro como o Filho Pródigo, o filho mais moço, que esbanjou e perdeu tudo o que tinha, mas que não perdeu a consciência de que ele ainda era filho e tinha um Pai. Na pintura de Rembrandt, o jovem está praticamente sem nada, andrajoso e descalço, com a cabeça raspada, MAS conserva ainda a sua espada – único traço da pouca dignidade que lhe restava, mas que era um elo a ligá-lo à nobreza do seu Pai.
Depois disso, o autor se coloca na posição do Filho Mais Velho, o que não saiu de casa. Nascido e criado num ambiente cristão, irmão mais velho de uma família, obediente aos pais e aos professores, Nouwen se identifica também com o Filho Mais Velho, representado na pintura de Rembrandt numa cena que não é fiel à narrativa bíblica (o irmão mais velho não presencia o encontro do seu irmão mais novo com o pai), mas que de propósito está ali, de pé, como observador crítico, em quem se pode perceber o ciúme, a inveja, o ressentimento, sentimentos próprios de quem se considera “justo”, cuja incidência Jesus tantas vezes condenou nos fariseus da sua época.
Por fim o autor se coloca na posição do Pai e explica que essa é a vocação de todos nós. Mesmo que tenhamos nos desviado inicialmente indo para o mundo, ou que nos tenhamos desviado mesmo permanecendo em casa, nossa vocação é chegarmos à posição do Pai. A tendência dos filhos é que se tornem pais. E o Pai da parábola é todo amor, é todo carinho, todo ternura, todo amparo. O manto vermelho do Pai da pintura sugere as asas protetoras do pássaro fêmea, lembrando as palavras de Jesus em Mt 23.37-38 a respeito de como ele gostaria de proteger Jerusalém. Os olhos do Pai parecem fechados, como que não olhando para o que o filho fez no passado, e como na parábola de Jesus, esse Pai não faz perguntas nem exige um relatório. Ele só quer receber e abraçar os seus filhos.
“A pergunta não é ‘Como posso encontrar Deus?’, mas ‘Como me deixar conhecer por Deus?’ E finalmente a indagação não é ‘Como devo amar a Deus?’, mas ‘Como devo me deixar amar por Deus?’ Deus está olhando a distância, procurando por mim, tentando me encontrar e desejando me trazer para casa. Em todas as três parábolas que Jesus narra em resposta à questão por que ele come com os pecadores, ele põe ênfase na iniciativa divina. Deus é o pastor que vai à procura da ovelha perdida. Deus é a mulher que acende uma lâmpada, varre a casa e procura em todo o lugar pela moeda perdida até que a encontre. Deus é o pai que vigia os filhos e espera por eles, corre ao seu encontro, abraça-os, insiste com eles, pede e suplica que venham para casa”.

Henri J.M.Nouwen - A Volta do Filho Pródigo
São Paulo - Editora Paulinas - 2007

por Jesus Ourives.Matéria publicada na revista impacto: Perdão: A essência do evangelho 2007








Somos acostumados a preferir a rotina e descartar o inédito, pois gostamos de deter o controle das coisas. Isso também se aplica ao nosso encontro com o Senhor por meio da morte, ainda que não tenhamos controle sobre ela. Por ser inexorável e aplicável a todos, é também previsível, o que nos permite certa preparação. Contudo, temos de considerar que existe, além de passar pela morte, outro evento que pode levar-nos ao encontro com Deus: a volta de Jesus. É chegada a hora de inserir essa alternativa muito real em nossa agenda e ver como devemos preparar-nos para ela.

É exatamente sobre isso que queremos refletir nessa nova série de artigos.

Deus propôs o cumprimento da história em etapas conexas. Assim foi a criação, o dilúvio, a formação da nação de Israel, a encarnação de Jesus e o surgimento da igreja. O próximo grande evento que teremos pela frente é o retorno de Jesus, tão factual quanto foi sua encarnação.


Se, de fato, cremos na Bíblia como Palavra de Deus, devemos considerar a profecia como história a se cumprir com a mesma credibilidade que damos à história já realizada. Assim como Deus prometeu enviar-nos o Messias e o recebemos na encarnação, nascido de Maria em Belém há dois mil anos, do mesmo modo haveremos de recebê-lo em regresso.

Do ponto de vista da fé, não há como separar um evento do outro, pois crer no primeiro implica também crer no segundo, pois são indissociáveis. Costumo recorrer ao exemplo dos dois tempos de uma partida de futebol que, embora separados por um intervalo, fazem parte de uma mesma partida. Assim, agora estamos no intervalo entre a encarnação e o retorno de Jesus, que fazem parte, na realidade, de um mesmo evento: o da presença de Jesus aqui na Terra.

Todos os eventos significativos de intervenção divina na história aconteceram com base na família. Do princípio ao fim, ela está presente na estratégia de Deus para levar a cabo o seu propósito. Só para lembrar, vamos rever a sequência histórica.

Na criação, o plano divino exposto a Adão seria totalmente inviável sem a família para levá-lo adiante. O mesmo se aplica a Noé após sua preservação, com a família, no dilúvio. Posteriormente, Deus chamou Abrão, que formou uma família com Sara a partir da qual vieram Isaque e todos os patriarcas que deram origem à nação de Israel. A organização da nação se baseou em famílias, o que ficou notório por ocasião da saída do Egito, quando se reuniram na noite pascal para partirem em direção à Terra Prometida. Uma vez lá, distribuíram-se em uma federação de famílias como se fossem os estados modernos daquele território. Depois do exílio na Babilônia, o regresso de lá também se deu por meio da organização em famílias, que ainda serviu de base ao trabalho de reconstrução dos muros e restauração da cidade.

Quando chegou, posteriormente, o tempo da encarnação, não poderia ser diferente: o caminho também foi escolhido por meio da família. Chama a atenção que Deus só se dirige à Maria, por intermédio do anjo, para anunciar-lhe a própria gravidez, mas depois trata diretamente com José, reconhecendo a estrutura familiar e a autoridade patriarcal para todas as demais orientações.

Quando da vinda do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, a profecia escolhida para explicar o que estava acontecendo foi a de Joel, que salienta os papéis familiares: [Pais] vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias...” (At 2.17,18). Vemos aqui a descrição da família. Dentre as muitas profecias que há sobre a vinda do Espírito Santo, essa foi escolhida de propósito para anunciar o inicio da Igreja, pois apenas ela alude com clareza à família. Em seguida, vemos que a Igreja se expandiu levando em consideração a família, tendo nos lares sua base operacional missionária. Até mesmo o vocabulário para descrever as relações pessoais afetivas de fé é importado da família, como irmão, pai, mãe, etc.

O próximo grande evento que aguardamos na história é a volta de Jesus. Se em todas as outras ocasiões, Deus interveio usando a família para dar sequência ao seu plano, seria coerente que agora escolhesse o mesmo instrumento para isso. É assim que as profecias relatam esse evento.

Haverá uma preparação anterior à volta de Jesus que se entende como restauração. Em Atos 3.21, por exemplo, lemos que os céus estão retendo ou impedindo a volta de Jesus até a restauração de todas as coisas. O próprio Jesus também mencionou a restauração vinculada a um ministério precursor à semelhança de João Batista. Fazendo uma releitura ampliada da profecia de Malaquias (4.4-6), associando o ministério de Elias ao de João Batista, ele chamou a restauração do coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais de restauração de todas as coisas.

Juntando essas três passagens, é razoável pensar que a volta de Jesus será precedida pela restauração de todas as coisas, que inclui a Igreja. Contudo, ela se inicia pela família, cujo ponto de partida se dá na restauração de paternidade e filiação. A restauração da família precede a da Igreja. Portanto, não haverá Igreja restaurada sem que antes haja famílias restauradas que a possam abrigar, como foi no início pós-Pentecostes.

Uma figura que pode ilustrar essa situação é a ostra e a pérola. A pérola natural é formada no interior de uma ostra, produzida a partir de um ferimento. Fora da ostra, qualquer pérola é fruto de produção humana e artificial. De igual modo, a Igreja precisa nascer da família e ser protegida por ela. Ao contrário do pensamento de que a família precisa da Igreja, na verdade, é a Igreja que precisa, em primeiro lugar, da família.






Estamos às vésperas de uma data bastante esperada e comemorada por muitos, principalmente por crianças, a páscoa é vivenciada nos tempos de hoje de uma maneira errada isso por que a páscoa não tem nada haver com coelhos e ovos de chocolates, a páscoa tem haver com outro animal, conhecido como cordeiro.
Para entendermos melhor sobre a páscoa devemos voltar no principio.
O povo de Israel estando cativos no Egito, Deus ouvindo os gemidos dos israelitas devido à opressão dos egípcios, Deus se lembra da aliança que Ele fez com Abraão e se compadece do povo “ E ouviu Deus o seu gemido e lembrou – se Deus do seu concerto com Abraão, com Isaque e Jacó; e atentou Deus para os filhos de Israel e conheceu – os Deus”(Êxodo 2: 24-25), assim Moisés foi chamado por Deus a liderar a saída do povo hebreu do Egito para a terra de Canaã para ali servi a Deus, durante o processo de saída de Israel do Egito, Deus faz vários sinais diante de Faraó e de todo o povo egípcio e israelita. Para a saída, Deus instrui Moises a mandar o povo a se preparar para a sair as pressas do Egito “Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor” ( Êxodo 12: 11).
Não entrarei em muitos detalhes sobre ocorrido antes desse ultimo sinal, para nós o que interessa é a saída do povo do Egito, antes de sair Deus manda seu povo preparar um cordeiro e come-lo junto a sua família e o sangue do cordeiro deveria ser passado nos umbrais de suas portas, ou seja, Deus manda o povo ficar descansado em casa com suas famílias em meio ao caos, pois enquanto o povo israelita estivesse em casa saboreando o cordeiro o povo do Egito estaria em prantos e em desesperos por causa da morte de seus filhos (Êxodo 12).
A Páscoa foi estabelecida por Deus ao povo de Israel, e foi determinado que eles sempre devessem celebrar a páscoa para que nunca se esqueçam do que Deus fez por eles no Egito “E este dia vos será por memória” (Êxodo 12: 14 e 24-27).
A páscoa e dividida por três festas:
* Pães Asmos é uma festa para o povo se lembrar de como eles saíram do Egito, esta festa ensinava ao povo que a salvação não era mérito deles, Deus os mandou comer pão sem fermento (orgulho) a salvação tinha somente méritos de Deus (V: 17).
* Molho das Primícias é outra festa dentro da Páscoa, esta festa foi dada para mostrar aos hebreus que eles deveriam sempre depender de Deus para o seu sustento (Levítico 23: 9-12).
* E a outra festa é a própria páscoa.
Iremos destacar apenas a páscoa, para saber melhor sobre esta festa devemos saber qual é o seu significado. A Páscoa é uma ação unilateral de Deus em nosso favor, é total ausência de nosso esforço, é um recomeço, na páscoa eu passo a existir para Deus, uma nova vida, a páscoa em seu começo teve um aspecto de separação ou distinção entre as pessoas, teve um convite de viver ou morrer, havia uma recompensa boa para quem fizesse aliança com Deus “vendo eu o sangue, passarei por cima de vós (Israel)”, e uma recompensa ruim para quem não quisesse a aliança com Deus “ferirei todo primogênito na terra do Egito” (Êxodo 7 e 12-13).
Esta festa foi tão importante que Deus estabeleceu o primeiro mês a partir da páscoa “Este mesmo mês vos será o primeiro dos meses” (Êxodo 12: 1-3 e Levítico 23:5). A páscoa foi realizada em seu primeiro momento em um ambiente tenso e conflituoso, vemos que Deus fez tudo e o povo israelita apenas ficou esperando o que iria acontecer, o sangue do cordeiro foi a marca da salvação dos israelitas, eles só foram salvos por causa do sangue do cordeiro nas vergas das suas portas, “e tomarão do sangue e pô-lo-ão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que comerão” (Ex:12: 7).
 Este evento nos mostra que se queremos aliança com Deus é necessário de nossa parte a desistência de nosso viver, não podemos ajudar Deus na páscoa, temos sempre que fazer promessas ou fazer penitencia ou algumas boas ações durante algum tempo para sermos melhores ou para ganhar-mos o respeito de Deus. Na Páscoa toda a ação é de Deus, vemos em Êxodo Deus agindo em quanto o povo comia em suas casas o cordeiro, eles estavam esperando para ver o livramento que Deus iria realizar em favor deles.
Deus fez um grande milagre no Egito, matou todos os primogênitos do Egito e poupou os Israelitas. Deus fez muito mais para nós hoje, isso por que Ele nos deu o seu Cordeiro, João diz ao ver Jesus “... Eis o cordeiro que tira o pecado do mundo” (João 1: 29 e 36); João teve a revelação de Deus que Jesus era o Cordeiro que iria resolver o problema que se chama pecado. O pecado não foi resolvido por nós ele foi resolvido por Deus, não tem mérito nosso. Na páscoa não tem fermento “Por sete dias não se ache nenhum fermento nas vossas casas [...] nenhuma coisa levedada comereis [...] comereis pães asmos (Êxodo12: 19-20); o pão que Deus mandou o povo comer era sem fermento, o fermento é todo o esforço humano, são as nossas tentativas de ajudar Deus, é o nosso orgulho da salvação ou do que fazemos ou as nossas boas ações tudo isso é o fermento, isso contamina a obra de Deus.
A Páscoa é uma festa para celebrar o que Deus fez por nós, não é um evento qualquer, as pessoas pensam apenas em comer chocolates ou fazerem penitencias para agradar a Deus ou para serem mais santas, para Deus é melhor obedecer do que sacrificar (1Samuel 15: 22), melhor é obedecermos a Deus em seus ensinos do sacrificar alguns dias para pagar nossos pecados ou para agradar a Deus, somos induzidos por nosso coração a sacrificar para Deus por que Ele sacrificou-se por nós, tudo isso é palha, por que na páscoa é momento de celebrar o que Deus fez em nosso favor, e se alegrar.

Escrito por: José Antonio
Provérbios 15: 1-4
''A resposta branda desvia o furor'', as vezes acontece determinadas situações
em que somos bombardeados com palavras duras grosseiras, nestes momentos
temos que acalmar nosso coração e responder brandamente e educadamente
com a sabedoria que o Senhor nosso Deus tem nos dado, respondendo a pessoa
você faz com que a pessoa se acalme e se envergonhe do que fez, pois se
respondermos com a mesma irá, que nos foi dita, esta atitude
dará mas lugar para o mal crescer.
Quem tem sabedoria ao falar, agrada o Senhor e é visto como bom aos olhos
do Senhor, mas aquele que fala estultícias entristece o Senhor;
Que nossas palavras sejam para benção e não para maldição, que jamais saia da nossa boca palavras
torpes que nos trazem maldição mesmo se faladas sem intenção.
Quando nos reunimos com outros, que seja para orar juntos, ajudar e ser ajudados
rir juntos e chorar juntos, e para pedir perdão .
Que Deus nos sabedoria a cada dia para nos policiar para usarmos nossa língua para o bem.
Paz a todos!




Conta-se que por volta do ano 250 a.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula :
- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura. E a filha respondeu :
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio :

- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc... O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se
preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor
- Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam .



Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me
matar..."


Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a
aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava
esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- "Vamos, entremos nesta trilha!"
- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por
aqui.
Continuemos procurando nas próximas trilhas"


Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos
confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo
como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.




Temos como exemplo nosso irmão Moisés, que confiou no senhor
e mesmo não sendo tão bom assim com as palavras obedeceu ao
Senhor, que o enviou a falar com faraó para pedir que fosse liberto
o seu povo, assim também somos nós, que somos os menorzinhos
as vezes pensamos: Deus mas eu não sou ninguém nem sei falar
sobre Tua palavra!!
Deus quer usar aquele livre de toda sabedoria própria, porque ai
Deus capacita e mostra o quanto Ele é poderoso, temos que confiar
e seguir na confiança que Ele vai nos honrar, porque as palavras do
Senhor não voltam vazias.
Quem algum dia não pensou ou não entendeu o que Deus estava
fazendo? ou ficou confuso pensando por que Deus permitiu aquela
situação? Para tudo Deus tem um propósito ele converte o mal
para bem, e então la na frente vemos o quanto Deus é perfeito e
faz tudo certo; Não seria mas fácil confiar e descansar no Senhor
sabendo que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que
amam a Deus? Sim!
O segredo de uma vida tranqüila é confiar cada dia que amanhece
a Ele, nosso Deus , que prepara tudo com perfeição para nós seu filhos.
Você tem amigos?
Eu glorifico ao Senhor pela vida de cada irmão em Cristo que Ele me deu. Precisamos quebrar nossas máscaras, nossa falsa imagem, e desenvolver uma transparência total em nossos relacionamentos. Os verdadeiros amigos estarão perto mesmo se formos sinceros e francos.

Alguém se afastou de você porque você foi verdadeiro? Deixe essa pessoa longe, e ore por ela. O verdadeiro amigo prefere uma dura verdade do que uma doce mentira. Agradeça a Deus não pelos que se foram, mas pelos que ficaram ao seu lado. E ore por aqueles que preferem a fragilidade dos relacionamentos manipuladores e cheios de lisonjas.

O verdadeiro amigo te ama pelo que você é. Assim como Cristo, o bondoso amigo da Igreja, que nos amou e se entregou por cada um de nós!

Deus te abençoe!


Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo e um homem ficou observando o esforço da borboleta para fazer com que seu corpo passasse por ali e ganhasse a liberdade. Por um instante, ela parou, parecendo que tinha perdido as forças para continuar.
Então, o homem decidiu ajudar e, com uma tesoura, cortou delicadamente o casulo. A borboleta saiu facilmente. Mas, seu corpo era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e ela saísse voando. Nada disso aconteceu.
A borboleta ficou ali rastejando, com o corpo murcho e as asas encolhidas e nunca foi capaz de voar!
O homem, que em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendeu que o casulo apertado e o esforço eram necessários para a borboleta vencer essa barreira. Era o desafio da Natureza para manté-la viva. O seu corpo se fortaleceria e ela estaria pronta para voar assim que se libertasse do casulo.
Algumas vezes, o esforço é tudo que precisamos na vida!
Autor desconhecido




Em um batismo, quando o pastor mergulhava o indivíduo na água, perguntava:
- Irmão, viu Jesus? Os irmãos respondiam:
- Sim pastor, eu vi Jesus!
Um dos que iam se batizar, sem que o pastor percebesse, passou num bar e tomou uma e outras.
Depois de batizar o bêbado o pastor fez a mesma pergunta por sete vezes seguidas:
- Irmão, viu Jesus? O bêbado responde:
- Tem certeza que ele caiu aqui dentro?

O pastor estava passeando pela floresta quando viu uma onça que corria em sua direção. Começou a correr e quando ela estava quase alcançando-o teve uma idéia brilhante. Parou, ajoelhou-se e ergueu os braços para o céu e começou a orar: " Senhor, faça com que esta onça tenha princípios cristãos!!! Então a onça parou imediatamente, também ergueu as mãos para o céu e disse: " Senhor, abençoai esse alimento que vamos comer.."
Um certo dia um pastor resolve testar a fé dos irmãos 
Encheu viários balões é apagou as luzes.
O pastor então começou a estourar os balões e grita: 
-" Jesus está voltando! Jesus está voltando!" 
Deu-se aquela correria, todos gritando. Sairam correndo da igreja. 
O pastor logo acende as luzes e não vê ninguém. 
Olha para o canto da igreja e vê uma senhora e lhe diz: 
-Irmã você foi a única que ficou, você vai pro céu? 
A senhora responde: 
-Mas é claro! Roubaram minhas muletas!


Nada mais me acontece
Tudo esta tão vazio
Procuro, e não Te acho
Porque estás tão distante?
Olho para dentro e vejo
Faz tempo que não Te busco
Minha alma está tão sedenta
Eu quero Tua presença
Eu corro para Ti, não sei viver sem Ti
Sem ter o Teu amor não posso respirar
Não há outro lugar
Só em Teus braços eu encontro o que preciso ter
Enche-me com Tua presença
Vem transborda minha vida
Me restaura com Teu fogo
Eu quero começar de novo



Tudo o que tenho foi DEUS quem me deu,
a minha vida pertence a tí...
ninguém faria o que fez por mim, por amor...por amor..

Todo tesouro não pode pagar o sacrifício por mim lá na cruz
Eternamente me entregarei a tí...a tí

Eu te louvo, te adoro, te exalto Jesus...és meu tudo , meu dono, meu senhor...
Tu és lindo, formoso, sou louco por tí...incomparável, amado Jesus...

A paz do Senhor amados irmãos,
  
Se você tiver afim de passar o feriado da semana santa num ambiente aconchegante , compartilhando da palavra de Deus, participando de momentos maravilhosos de louvor,  adoração, lazer e se enriquecendo na comunhão do corpo de Cristo... Então não perca nosso acampamento!!! Mesmo que você não possa levar sua família, não se preocupe... você não estará sozinho e sim com a Igreja do Senhor Jesus. Teremos fóruns e  oficinas de EVANGELISMO URBANO, EVANGELISMO UNDERGROUND, EVANGELISMO NA FAMÍLIA, PALAVRA PARA PAIS E FILHOS, PALAVRA PARA  JOVENS E ADOLESCENTES... e muito mais!!!!                                                                       
Informações: Kenne 62 8166-9505 - Thiago 62 8175-9001 - Fabi 62 8222-8999.

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